VOCÊ SOFREU UM
ACIDENTE DE TRÂNSITO?
Entre a dor, o susto e os boletos que chegam depois, a seguradora já está calculando quanto vai te oferecer — quase sempre bem menos do que a lei garante. Este guia explica, em linguagem direta, quais direitos você pode ter e como o Dr. Lucas Semim conduz esse tipo de caso, do boletim de ocorrência até o resultado final.
NÃO SABE POR ONDE COMEÇAR?
// É NORMAL — A MAIORIA DOS NOSSOS CLIENTES CHEGA ASSIM
Logo depois de um acidente é comum bater a dúvida: "isso realmente é culpa do outro motorista?", "meu seguro cobre isso?", "vale a pena entrar com um processo?". Você não precisa chegar com essas respostas prontas — é justamente para isso que existe a análise gratuita: um advogado olha o seu caso específico e te diz, sem enrolação, o que é possível fazer a partir de agora.
QUERO ENTENDER MEU CASO — FALAR COM O DR. LUCASConversa direta pelo WhatsApp • Sigilo profissional • Sem compromisso
COMO FUNCIONA O NOSSO ATENDIMENTO
Nada de "caixa preta": veja exatamente os passos que seguimos entre o seu primeiro contato e a busca pela reparação.
Você conta o que aconteceu
Pelo WhatsApp, sem burocracia: data, como foi a dinâmica do acidente e quais danos você sofreu (ao carro, ao corpo, ao trabalho).
Analisamos a viabilidade
Avaliamos gratuitamente se o caso é de responsabilidade objetiva (ex: atropelamento) ou subjetiva (ex: colisão) e o que isso muda na estratégia.
Reunimos as provas
Boletim de ocorrência, laudos médicos, orçamentos, fotos, testemunhas e, quando necessário, contato direto com a seguradora.
Buscamos a reparação
Por acordo extrajudicial ou ação judicial, conforme o que for mais vantajoso para você — sempre te mantendo informado em cada etapa.
O QUE VOCÊ PODE TER DIREITO A RECEBER
Dano Material
Conserto do veículo (em oficina de sua confiança, não apenas na credenciada da seguradora), perda total pela Tabela Fipe e despesas médicas comprovadas por notas e orçamentos.
Dano Moral & Estético
O sofrimento do trauma e eventuais cicatrizes permanentes podem gerar indenizações autônomas e acumuláveis entre si (Súmula 387 do STJ).
Lucros Cessantes
Se você usa o veículo para trabalhar (Uber, táxi, entregas), pode ter direito a receber pelos dias que ficou parado, mediante comprovação da renda habitual.
Seguro DPVAT e Terceiros
Analisamos as apólices envolvidas para verificar se a seguradora está pagando o que realmente é devido, sem descontos indevidos. Veja também nossa página sobre seguro negado.
ATROPELAMENTO, COLISÃO OU MORTE NO TRÂNSITO?
Cada tipo de sinistro tem uma lógica jurídica diferente. Entenda em qual desses o seu caso se encaixa:
Atropelamento
O veículo automotor é considerado atividade de risco. Por isso, a jurisprudência tende a presumir a responsabilidade do condutor em atropelamentos de pedestres e ciclistas, cabendo a ele provar excludente (culpa exclusiva da vítima, caso fortuito etc.). Isso não significa indenização automática — cada caso é analisado com as provas disponíveis.
Colisão entre Veículos
Quando dois veículos se envolvem, normalmente é necessário comprovar a culpa (imprudência, negligência ou imperícia) de um dos condutores. Boletim de ocorrência, fotos do local, testemunhas, imagens de câmeras e laudo pericial são as provas mais relevantes.
Morte no Trânsito
Quando o acidente resulta em óbito, dependentes e herdeiros podem pleitear dano moral próprio, dano material (despesas de funeral e tratamento) e, quando a vítima sustentava a família, pensão por lucros cessantes futuros — além do seguro DPVAT/SPVAT.
⏳ PRAZO PRESCRICIONAL: 3 ANOS
O prazo para ajuizar ação de indenização por acidente de trânsito é de 3 (três) anos, contados da data do acidente (art. 206, §3º, V, do Código Civil). Após esse prazo, em regra, o direito de pleitear a reparação se extingue. Se você ou um familiar sofreu um acidente de trânsito, o ideal é buscar orientação jurídica o quanto antes — mesmo que ainda não tenha decidido se vai ou não entrar com uma ação.
QUANTO VOCÊ PODE RECEBER?
- Dano material: corresponde ao prejuízo efetivamente comprovado — conserto, perda total pela Tabela Fipe, despesas médicas e outros gastos com nota fiscal ou orçamento.
- Lucros cessantes: valor referente ao período em que a vítima deixou de trabalhar ou de usar o veículo para gerar renda, mediante comprovação (Uber, táxi, entregas, contracheques).
- Dano moral: arbitrado pelo juiz conforme a gravidade do caso, a extensão da lesão e as circunstâncias do acidente — não existe tabela oficial nem valor garantido.
- Dano estético: quando há cicatrizes ou sequelas permanentes, pode ser cumulado com o dano moral (Súmula 387 do STJ).
Estes são parâmetros gerais de referência, não promessa de resultado ou de valor específico. Cada processo é avaliado individualmente conforme as provas e circunstâncias do caso.
PERGUNTAS FREQUENTES
Dúvidas comuns sobre indenização por acidente de trânsito
Você não precisa resolver isso sozinho
Cada acidente tem suas particularidades — o que vale para o caso do vizinho pode não valer para o seu. Conte o que aconteceu e receba uma orientação clara sobre os próximos passos, sem compromisso.
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